Renan, que ao iniciar sua carreira tinha apenas um fuscão preto e uns trocados, a herança "da famíglia", hoje ostenta patrimônio de milhões, e tudo construído com o voto do fiel e bom gado brasileiro. Não fosse única e exclusivamente por aquela “coelhada ” mal dada com e na Mônica, aquela moça muuuuuuito séria que assinou contrato com a revista PlayBoi, Avacalheiros jamais seria apanhado com a boca no Gontijo, quer dizer, na botija, no mamar nas tretas do velho esquema de desvio de verbas públicas via(gra) empreiteira.
Investigado, Boizan Faceiro arrumou logo outra muuuutreta, saiu da corrupção para a copulação e do adultério para a adulteração, trocando as fraldinhas do rebento pelas “fraudezinhas” do rebanho ao pedir emprestado a um conhecido empresário pernambucano, que tem mais de 3000 cabeças de gado, 500 cabeças só para fazer número quando a Polícia Federal chegasse e visse tudo cheinho de boi voador.
Ah, mas acontece que o boi voador era vaca. Aliás, eram 511 desavergonhadas vaquinhas que, de bom gado, melhor dizendo, de bom grado, emitiram notas fiscais frias, assinaram os recibos de compra e venda, desapareceram misteriosamente e agora vão enfiar a navalha para cortar da própria carne em um belo churrasco na Granja do Torto.
Por sua vez, logo após o derrame do leite na cafeteira, com rompimento da bainha de mielina dos dois neurônios de “Epitáfio”, da ligadura nas Trompas de Eustáquio que nem mesmo Falópios agüenta, Cefalopodinácio CorruPTulla da Silva, rei da Vavá-gabundagem e torpe torto da Granja, com sua falácia, foi capaz de emprenhar o povo pelos ouvidos, iniciando mais uma santa e ensandecida cruzada em busca da “honra” de Rei-nan, estuprada pela imprensa marronzista "fascista".
Já no Cãogre$$o Passional, mais precisamente no Sem-nado, enquanto a completamente encalhada trompa de choque, ou seja, tropa de choque dos famosos ali(en)ados promovia um “ménage à tróis” com Ideli, “cu(l)-minando” com o aborto de mais outro rela-rela-rela-ator e a defenestração do quase sempre nunca titular presidente do Conselho sem Ética no sumário afundamento de Sibá, o Marulho, emergia (porque lerda não afunda, claro), das fossilizadas estranhas entranhas dos sete mares da lama e do calor das chamas do pinto dos infernos, Ao-léu-mar Quintanilha, o bom de bote, com suas pilhas e pilhas de pilhagem que fartamente empanam até STF (Supremo no Tribunal dos Frangos).
No Tuma-lá-dá-cá, no corre-corre da Corregedoria, a caça virou caçador, dando um tiro certeiro na braguilha do Quintanilha que, desesperado diante da possibilidade de passar uma temporada vendo o sol nascer quadrado e roxo em um xilindró de quinta categoria, colocou o galho para dentro e rês-rês-rês-meteu o processo à Mesa Diretora, na esperança de um arquivamento sumário, uma votaçãozinha secreta do plenário ou mesmo uma volta à estaca zero. Quis dar a volta, mas só recebeu de volta ingratidão e a bela trolha com um bilhetinho dizendo “toma que o filho é seu”.
Pois é, espelhando nossa realidade, o post é meramente didático, ou como muito bem diria minha querida e saudosa avó Morceguita, “dedático”, já que Renan, cujo traseiro não desgruda da cadeira e bem merecia uma caprichada demão de teflon, jura que nem sabe mais do que é a-cu-sado! Acoooorda povo! Chega de empulhação! Reage Brasil! Pau nelles, galera! Eh...Eh...Eh...