![]() |
|
Front Hospício
Espaço aberto para informações...inúteis!
AQUI ESCRACHAMOS COM O MAU HUMOR!!!
Sites Legais
Amiguinhos |
|
Quarta-feira, Janeiro 25, 2006
Caravana Rola e dei(ta)
(Charge do Rafael) Quem consegue esquecer da Caravana Rolidei, no filme Bye Bye Brasil, que cruza a Amazônia até Brasília, com seus pueris personagens promovendo espetáculos que só conseguem entreter a mais humilde população ainda alheia aos ditames da mídia televisiva? De forma brilhante, Cacá Diegues mostra a influência americana nas entranhas de um Brasil sem eira e nem beira, um Brasil que certamente vai além de suas próprias fronteira, cravado em um continente que, historicamente explorado e subjugado, até hoje, quando finge levantar a voz, só consegue grunhir, por entre os dentes, um "amém". Assim é a América Latida, e parece que quanto mais a arte imita a vida mais a zombeteira vida imita a arte. Ao que tudo indica, na atual caravana, o papel de ingênuo, do bom moço, ao contrário do mais ardente desejo de Desgovernácio Mallacutaia da Silva, o peão que por décadas não trabalhou e recebeu salário do PT, dos iludidos intelectuais bem intencionados que terminaram por elevar um ignóbil inerte à condição de "plesidente" da Ré-pública dos bananas, cabe a Evo Morales, que se juntou à trupe populista de plantão, simplesmente para vender balas: cheio de gases, não sabe para onde vai, e, sem qualquer senso da realidade, defende publicamente objetivos conflitantes como a transferência dos recursos naturais existentes em seu país para as mãos do Estado e a máxima "neolibundal" de que "ao resolver os problemas econômicos, os sociais também serão resolvidos". Tomara que Evo Morales, que imprudentemente se aconselha com Embromácio Mulla Imoralles da Silva, o cefalópode que ladra mas não morde, que aceita, de cabeça bem baixinha, o Imperador do mundo intervindo em nossa soberania e impedindo a venda dos aviões da Embraer para a Venezuela, mantenha suas promessas de campanha; que goste, goste muito de ler e saiba direitinho tudo sobre um sujeito chamado Paz Stenssoro, de quando e como tantos e tantos presidentes foram empossados e derrubados na Bolívia. Pois é, até que se prove o contrário, de boas intenções o buraco da próxima "morada" de Ariel Sharon anda cheio, mas não custa pagar mais um mísero real pelas balinhas de Evo Morales, já que a coisa vai ficar preta, com um buraco bem cabeludo no meio, na base do dá ou desce. Acorda povo! Promessa de campanha, seja lá de quem for, é dívida vencida, com promissória em protesto! Escreveu não leu, o pau comeu! Eh...Eh...Eh...
Posted by Morcego at 2:22 AM
Domingo, Janeiro 22, 2006
As histórias que a História não contaO caixa de dois bilhões de dólares
(Charge do SPONHOLZ) No Brasil é assim: entra governo e sai governo e o desgoverno aumenta, os esquemas de corrupção continuam operando a pleno vapor, intactos, e são a grande e verdadeira motivação para as disputas de poder entre os diversos partidos, ou seja, mudam as moscas, mas a titica permanece a mesma, com um cheiro cada vez mais fétido, a espera das próximas moscas que se instalarão no poder. Prova incontestável disso são os US$ 2 bilhões que giram, por décadas, no caixa 2 de Itaipu Binacional e que, sem qualquer pudor, receberam as bênçãos de Mulla e sua quadrilha. Na dita-dura da informação
(Charge do Eder) Na verdade, falar de Itaipu é lembrar do caquético ufanismo, do vergonhoso controle pleno dos meios de comunicação, da mídia subserviente que sublimou a triste realidade e até o enorme impacto ecológico com propaganda oficial, coisas de um passado recente que ainda embalam os mais secretos sonhos de Trambiquinácio da Silva, já que temos um projeto de Thomaz nos Bastos, atual ministro da (In)Justiça, aguardando os retoques da Casa Servil para ser enviado ao Congresso Nacional, regulamentando a escuta telefônica nas investigações policiais e prevendo punições para quem divulgar o conteúdo de toda e qualquer fita obtida por intermédio de grampo telefônico, quer legal ou não. Mas vamos continuar contando histórias, viajando no tempo, já que as lembranças giram em torno da "maior hidrelétrica do mundo". E falar da filha da Ata de Iguaçu, assinada em 1966, é trazer à tona as mais fortes lembranças do tempo de marechais e generais, da ditadura que pairou sobre a América Latrina como uma nuvem negra carregada de chuva ácida, estreitando os laços da tal "amizade" entre Brasil e Paraguai. Por cima da ponte
(Charge do J. Marcos) E foi assim, no mesmo "clima" festivo, que no ano anterior, quer dizer, em 1965, os ditadores Castelo Branco, do lado de cá, e Alfredo Stroessner, do lado de lá, "mui" amigos da dita cada vez mais dura, inauguraram a tal Ponte da Amizade e o subdesenvolvimento crônico da América Latrina mostrava sua face nua e crua, nutrindo a indústria dos "empresários de fronteira", dos miseráveis "sacoleiros binacionais" e dos verdadeiros mestres do furto, do roubo e do contrabando. A princípio, houve um verdadeiro surto psicótico: automóveis eram furtados e apareciam misteriosamente transitando do lado de lá da ponte. Naquela época, acreditavam, os habitantes do país das maravilhas, que os carros brasileiros estavam apenas suprindo a demanda não reprimida da pequena burguesia paraguaia, mas o buraco era mais fundo, bem mais, pois alguns carros recuperados pelas companhias de seguro brasileiras e devolvidos aos seus donos eram novamente furtados, sendo abandonados, nas proximidades, após alguns poucos dias. Certamente, pouca gente ficou sabendo do nascimento das chamadas mulas de quatro rodas, veículos que retornavam para o lado de cá da ponte com pequenas modificações técnicas de projeto, ou seja, com a inclusão de quantidades significativas de cocaína em pneus, estofados etc e tal... Por debaixo dos panos
Do lado de cá, todo mundo sabe que o marechal Castelo Branco acabou explodindo no ar, feito rojão de São João, após propor a entrega do poder aos civis, mas o general Stroessner permaneceu por 35 anos engordando a burra e comandando uma das mais violentas ditaduras, até ser deposto, por um golpe militar, em 1989. E onde ele e seu filho, o ex-coronel Gustavo Stroessner, foram parar? Do lado de cá, claro, asilados e protegidos pelos maribondos de fogo de Sir Ney, o queridinho dos generais de cá e de lá. Mas não é que agora, de uma hora para outra, Juninho Stroessner anda com muita saudade e quer levar seu "paipai", com mais de 90 anos, para ver a mamãezinha doente, quer dizer, voltar legal e oficialmente para o lado de lá sem pagar a fiança estipulada pela justiça paraguaia em US$ 1,5 milhão. Embora não exista Getch nem Telequalquercoisa do outro lado da ponte, o velho Juninho de lá, tal e qual o atual Juninho de cá, também aproveitou o desgoverno do papai para arrumar um dinheirinho fácil: - US$ 700 mil em benefícios ilegais provenientes da exploração de jogos de azar; - US$ 500 milhões em patrimônio, incluindo casas, apartamentos, empresas e fazendas em vários países, como a Argentina e o Brasil; - fraude em licitações públicas, com favorecimento de uma de suas empresas, a Alfa Beta Construcciones S/A e, - como principal acionista da empresa Mundo S/A de Seguro, envolvida em denúncia de enriquecimento ilícito por comercialização de apólices fraudadas, obteve um "contrato" com Itaipu Binacional que rendeu a bagatela de US$ 21 milhões. E como dizia minha querida avó Morceguita, seja do lado de lá ou do lado de cá, estão todos com o rabo preso, e a ampla, geral e irrestrita queima dos antigos arquivos por aqui vai transformar um período histórico em mero conto da carochinha. Acorda povo de cá porque o povo de lá parece que já acordou e aguarda ansiosamente o retorno de Juninho, com um belo porrete na mão! Peroba-rosa neles, galera! Eh...Eh...Eh... "Trilha" sonora![]() TUDO PARA O PARAGUAI (César Brunetti) Língua de Trapo Um vídeo de quatro cabeças você encontra no Paraguai Um Ballantines doze anos é feito em um mês só no Paraguai Os carros que aqui são roubados São encontrados lá no Paraguai Nada existe de mais falso que um brasileiro Cantando em Paraguai Esta noche me roubaram a Paraty Levaram pra fonteira para depenar Lá tem una feira tupy-guarani Pode cocaína, pode guaraná Tem tênis Reebock made in Hong Kong Sanyo, Mitsubishi lá de Corumbá Ponte da Amizade onde tudo pode Pó de cocaína, pode guaraná Ponte da Amizade onde tudo passa Caminhão e Kombi, Brasília e Passat refrão: Contrabando vem, Contrabando vai E a gente vai levando, carregando tudo Para o Paraguai (3vezes)
Posted by Morcego at 12:43 AM
Quarta-feira, Janeiro 11, 2006
Mamação, a novelaDireto na fonte
(Charge do SPONHOLZ) A Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), que incide sobre os combustíveis, criada para financiar a recuperação da infra-estrutura de transportes e projetos na área do meio ambiente, com arrecadação R$ 7 bilhões de janeiro a novembro de 2005, acabou feito Greta Garbo, no Irajá, respondendo pelas mais variadas despesas na já Era Mulla, 4 anos de 4: serviços de segurança, TV a cabo, eventos culturais, festas, passagens aéreas, planos de saúde e vale-refeição de servidores públicos, além de engordar o superávit primário. Enquanto isso, as rodovias federais acabaram transformadas em verdadeiros paraísos para os integrantes do MTS - Movimento dos Tatus Sem-terra. Operação band-aid
(Charge do SPONHOLZ) Quem estava comendo a carne, roendo o osso e lambendo os dedos e os beiços, acordou com as calças na mão, louco por um dinheirinho público surrupiado por debaixo dos panos para manter as mordomias, aquele vidão de milionário, garantir o caviar de hoje e o mandato de amanhã. Por maior que seja a bufunfa, ano eleitoral é sempre anus eleitoral e ponto final. Mas quando a choradeira começa, nada melhor que o jeitinho dos políticos brasileiros: se o valerioduto, usado, abusado e lambuzado tanto pelo PSDB quanto pelo PT e aliados, foi temporariamente "arrolhado" na parafuseta pela CPMI dos Correios, no país das "mullavilhas", sempre existirá o velho e manjado esquema das obras sem licitação, as ligações perigosas entre planaltinas cuecas e o superfaturamento das empreiteiras amigas, com retorno garantido de até 70%. Certamente, quando o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit) convocou sem qualquer licitação, em inexplicável caráter emergencial, para a hilariante Operação Band-Aid nas crateras jurássicas das rodovias, as mesmas e famigeradas empreiteiras que, por irregularidades graves, são objeto de investigações por parte do Tribunal de Contas da União (TCU), estava tão somente colocando R$ 440 milhões, com garantia de pelo menos R$ 180 milhões, à disposição do delubiano "caixa-preta2" de campanha do amorfo e inerte Trambiquinácio da Silva e quadrilha. Na verdade, titica após titica, o cheiro da mesentérica "mallacutaia" é tão flagrante que dona Dilma, chefe da Casa Ser Vil, e o ministro dos Transportes (de Valores) Alfredo Nascimento vão sentar no colinho do tio Adylson Motta, presidente do TCU, e explicar, bem explicadinho, repetindo feito papagaios, como "abandono, falta de fiscalização e de investimento", frutos da irresponsabilidade do desgoverno, podem, da noite para o dia, constituir "imprevisto" capaz de justificar a injustificável dispensa de licitações. Pois é, como dizia minha querida e saudosa avó Morceguita, onde há fumaça há rombo porque papagaio cria fama, deita na cama, come o milho e até a periquita do periquito, mas não vai ver o sol quadrado e roxo lá no poleiro do xilindró. Acorda povo! Depois do valerioduto teremos o messiânico milagre, o milagre do crescimento do buracoduto! Pau neles, galera! Eh...Eh...Eh...
Posted by Morcego at 9:18 PM
Segunda-feira, Janeiro 09, 2006
Só com reserva...
(Charge do Maringoni) Das Profundezas Língua de Trapo Um belo dia depois do expediente Quando eu botava no cabide o meu terno Tive um mal súbito, morri de repente. Indo parar nas profundezas do inferno Passei no céu mas resolveram me barrar, Burocracia lá no céu é o que há É que eu morri sem preencher regulamento que dá direito a residir no firmamento. Levei cartão, ganhei status de banido, pois me levaram direto pro purgatório E um anjo disse: faça um último pedido! E perguntei: onde é que fica o mictório? Fui sem escalas lá pros quintos dos infernos onde satã me fez assinar um caderno E disse: nego tudo aqui é organizado, teve um rebu, agora tudo é estatizado. Lá no inferno todo mundo come alcatra, só dá ministro e presidente de nação Tá entupido de fãs do Frank Sinatra e de apresentadores de televisão. Tem ruas largas onde até um jato pousa, a maior delas chama Anastácio Somoza E adivinhem quem por lá comanda a plebe: o Adolfinho com o Xá Reza Palevhi. Lá no inferno as mulheres andam nuas, mostrando tudo até o fruto proibido Mas seu satã ferra com a gente, senta a pua É que no inferno nenhum homem tem libido. Ontem eu fugi pro paraíso com um sujeito que fez o mapa do inferno pelo jeito Diz que é poeta e cheio dos guéri-guéri, seu nome acho que é Dante Alighieri... O cara é bonzinho mesmo, não cansa de indicar o "caminho da paz" bombardeando "pacificamente" áreas residenciais, soltando mísseis em líderes religiosos, invadindo cidades, construindo muros, patrocinando assassinatos seletivos, torturando presos e demolindo casas palestinas em larga escala. Pelo jeito, não há vagas, e Ariel Sharon foi e voltou: nem seu "chefe imediato" o quer por lá. E quem não cabe em si de contentamento com a notícia da volta de Sharon é nada mais nada menos que ela, a Cão-doleezza Raiva, candidatíssima ao trono atualmente ocupado pelo Imperador WC Bush. Pois é, parece que Yasser Arafat vai ter que esperar mais um pouco pelo acerto de bombas, quer dizer, de contas. Água-benta neles, galera! Eh...Eh...Eh...
Posted by Morcego at 9:24 PM
Sexta-feira, Janeiro 06, 2006
Uma odisséia do escracho
(Charge do SPONHOLZ) Impressionante a habilidade do ator, quer dizer, jornalista Pedro Bilau, com a cuspidinha certa, na hora exata, preparando a cama para que o eternamente inerte Debiloidácio Amnésico da Silva, que continua não sabendo de nada, vendo nada, ouvindo nada e fazendo nada, absolutamente incapaz de fazer força até para soltar pum, movesse seu pseudópode cerebral e introduzisse, mais uma vez, aquele esquizofrênico monólogo de patético otimismo e imaculada inocência no buzanfã do povo. Nos quase 35 remelentos minutos de engenhosa, fraudulenta e flatulenta apoplexia "cefalopédica", do entra-e-sai da interminável lenga-lenga, Jamantácio Anta da Silva, com a cara lavada e centrifugada, encostou o povo no paredão e mentiu descaradamente, chapoletando-lhe pelas costas, sem dó e nem piedade, mais meia dúzia de punhaladas: não é responsável por coisa alguma, não soube, sabe ou saberá o que acontece diariamente sob seu nariz, a corrupção e toda e qualquer patifaria, qualquer roubalheira, mesmo que comprovadamente patrocinada e fomentada pelo Palácio do Planalto, são de exclusiva responsabilidade de uma facção de traidores sem nome, sem lenço e sem documento, encravada na chupadinha dada no dedo quase exangue daquilo que insistiu em chamar "instituição" PT. 2006: O ano em que faremos contrato
(Charge do SPONHOLZ) Candidatíssima, essa Mulla paralítica avessa ao trabalho, o semi-analfabeto pós-graduado em corrupção, que em três anos de governo não fez nada além de viajar, afanar nosso suado dinheirinho, lamber "a jóia de família" dos banqueiros, falar besteiras e procurar "forças sinistras" para justificar a própria incompetência, continua viajando na maionese, escorregando no quiabo da História, subestimando a capacidade de reação do povo já saturado com demagógicas promessas. E como dizia minha sábia avó Morceguita, só o sufrágio livra a democracia do naufrágio, e 2006 será o "anus" que faremos contato, contato imediato e de terceiro grau, nas urnas... Acorda povo! Pau nele, galera! Eh...Eh...Eh...
Posted by Morcego at 1:05 AM
|