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Quinta-feira, Outubro 30, 2008


Cidade, Ó-Curta




(Charge do mestre SPONHOLZ)


Martaxa, espécime múúúú-tretante, ou seja, mutante de pobre perua rica, ave galiforme cujas penas já estão disformes, que se viciou mamífera na fartura das tetas públicas, já recuperada da última insurreição de suas semelhantes penosas em uma Universidade qualquer, apostou ser capaz de versar mais um cargo público via boto, quero dizer, voto, acreditando que, por ciscar na glândula erótico-mamária de Mullismundo Derrotadácio da Silva, poderia viver quatro anos à custa do pobre povo da Ré-Pública dos Bananas. Mas se (ven)deu mal, claro, retornando à lama daquele inesquecível desastre pluvial que brindou e chafurdou seus altos saltos e assaltos até a gola, a goela, soterrando, inclusive, aquela caríssima etiqueta de seu modelito de pseudo-executiva devidamente executada.

Tivesse oportunidade, Chico Botelho, em homenagem aos dislálicos e disléxicos cão-didatos, emprestaria sua estética para retratar uma cidade não tão oculta, onde, de um lado, estaria a língua "plesa" de quem tirou a viola, a vitrola e todas as outras (r)olas do em-PÓ-eirado (kas)saco e, do outro, uma espécie de Shirley Sombra e Água Perrier Fresca, no mais pleno de-cúúúú-bito de seu Ó já sem qualquer freguesia, literalmente gozaaaaando, relaxaaaando e mandando o povo às Favres, melhor dizendo, às favas, com aquelas obscenas e obesas contas quase secretas nas Ilhas Cayman.

Certamente, qualquer que fosse a praga, ou o diabo, vestindo ou não Prada, com ou sem o inigualável e flagrante desvio de verbas até do septo nasal cuja curvatura cúmplice da boca jamais lhe fará jus, não haveria Glauber que desse um bom fim na peleja pelos cofres do CEU, do meu e dos nossos filhos, netos e bisnetos e, técnica, cinematográfica e sexologicamente fal(h)ando, tudo não passaria, como não passou, de mais uma vídeo-kassabtada, de mais uma ejaculação precoce da famosa onanista e cabeluda mão PTista.

Sem sombra de dúvida, depois do papel higiênico cumprido aos olhos do Governo Fedemal, a pernóstico-carbonizada personagem, mais uma vez, irá implorar ao Bucaneirácio Pulha da Silva por mais sombra, caviar e champanhe, para ser em-PÓ-ssada naquele cargo máximo na Embaixada do Brasil lá na França e ficar gozando e relaxando bem pertinho da Torre Eiffel...

Pois é, como diria minha sábia avó Morceguita, que triste sina do eleitor que deve escolher entre Kassab, partícula de nada no meio do vácuo, e Martaxa, expressão máxima do chamado vácuo sanitário. Acorda povo! Chega de empulhação! Pau neles, galera! Eh...Eh...Eh...

PS: Pensando bem, no caso, depois de uma longa reflexâo etílica, é melhor deixar o pau de fora da história porque qualquer um dos polícos acima mencionados é plena garantia de vitalícia venerite... Do voto, claro! Eh...Eh...Eh...


Morceguinhos(as) que se manifestaram: ......


Domingo, Abril 06, 2008


Freud-endo com meu juízo





Relações Modernas
Tim Rescala

Coloquemos os problemas conjugadamente
Discutamos os problemas conscientemente
Conjuguemos os problemas colocadamente
Conscientizemos os problemas discutidamente
Aprofundemos os problemas criticamente
Atualizemos os problemas delicadamente

Critiquemos os problemas profundamente
Focalizemos os problemas Freud-ana-mente
Centralizemos os problemas Reich-ana-mente
Classifiquemos os problemas questionadamente
Separemos os problemas conscientemente
Questionemos os problemas separadamente

E então, o nosso amor será moderno
Nascido de um processo de longa discussão
Exemplo de uma forte e verdadeira relação

E então, o nosso amor será eterno
Profundo, coerente, apoiado na razão
Moderno e analisado
Aberto e questionado
Adulto, liberado...
Sem paixão.


Morceguinhos(as) que se manifestaram: ......


Quarta-feira, Outubro 24, 2007


Aviso aos não-vergantes





Nobres e estimados amigos

Obrigado, por parte deste coração que mais apanha do que bate, pelas tão belíssimas coroas de flores. Foi realmente inusitado, comovente. Nem consegui tirar meleca do nariz, juro... Nunca me senti tão querido em vida, embora tanta gente me quisesse literalmente MORTO. Aliás, nunca vi tanto rabo-de-saia junto e tão separado, brigando com foice e martelo por uma miserável pensão de perseguido político-comunista nos sombrios tempos da Dita-e-dura! Que loucura! Na verdade, cá entre nós, nunca pensei que um cafajeste como eu valesse mais do que a comida que come ou do que deixa, factual ou "fatc-all-mente" na cadeia alimetar, para a posteridade... Eh...Eh...Eh...

Agora é só ter mais um pouquinho de paciência porque a enfermeira deste nosocômio, pela milhocentésima zenésima vez, não colocou o aparelho para medir a pressão no lugar certo, apropriado e conveniente, o único lugar com pressão suficiente para atestar se estou vivo ou morto, permanecendo na cruel dúvida sobre o meu pleno estado de existência. Búúúúúúúúúúúúúú'... Sai JABURU! Eh... Eh...Eh...

Ói nóis aqui traveiz...

Se voceis pensam que nóis fumozimbora
Nóis enganemos voceis
Eh...Eh...Eh...
Fingimos que fumos e vortemos
Ói nóis aqui traveiz

Nóis tava indo,
Tava quase LÁ (literalmente...)
E arresorvemo, vortemo prá cá...
Eh...Eh...Eh...

Agora nóis vai ficar freguês
Ói nóis aqui traveiz!


Morceguinhos(as) que se manifestaram: ......


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